sábado, 24 de agosto de 2013

ALFAVACA

ALFAVACA Nome Científico: Ocimum basilicum L. Família botânica: Lamiaceae ( Labiatae ) Sinonímias: Ocimum thyrsiflorum L., Ocimum basilicum var. thyrsiflorum (L.) Benth.

 Nomes populares:

 Alfavaca-cheirosa, basilicão, basilico-grande, manjericão-de-molho, folhas-largas-dos-cozinheiros, manjericão-da-folha-larga, manjericão-doce. Partes usadas: Folhas e sumidades floridas.

 Uso popular:

As folhas são usadas internamente como estomáquico, carminativo, antiespasmódico, em gastrite, constipação, em reumatismo, inflamação das mucosas do trato urogenital e, eventualmente, como diurético e galactagogo, além de estimulante do apetite. O infuso das partes aéreas é também indicado contra catarro, em casos de tosse, coqueluche, rouquidão (chá adicionado de gemada, uma gema de ovo batida com açúcar), em casos de inflamação das vias urinárias, e para casos de frieira. Externamente, o infuso é recomendado para banhos Como gargarejo em inflamações da garganta e aftas, bem como na preparação de compressas para feridas. O extrato alcoólico pode ser incorporado em pomadas para o tratamento de feridas de difícil cicatrização.

 Composição química:

Nas partes aéreas: óleo essencial contendo linalol, estragol, eugenol, pineno, cineol, lineol, cinamato de metila, etc.; flavonóides principalmente xantomicrol e heterosídeos da quercetina e do kaempferol; cumarina (esculetina); Análise alimentícia sobre 100 g de folhas frescas: calorias 43, água 86,5%, proteínas 3,3g, lipídeos 1,2g, hidratos de carbono 7g, fibras 2g, cinzas 2g, cálcio 320mg, fósforo 38mg, ferro 4,8mg, sódio 12mg, potássio 429mg, caroteno 4500ug, tiamina 0,08mg, riboflavina 0,35mg, niacina 0,80mg e ácido ascórbico 27mg. Ações farmacológicas: A atividade anti-ulcerogênica de extratos aquosos e metanólicos das folhas parece estar relacionada aos flavonóides presentes. O óleo essencial possui atividades anti-helmíntica, antifúngica in vitro e antimicrobiana.

 Interações medicamentosas: não há relatos


Contra-indicações: o chá não é adequado durante a gravidez. Posologia e modo de uso: O infuso é preparado com 1 – 2 colheres de chá (2 – 4 g) de folhas rasuradas adicionadas a 150 ml de água fervente, se necessário use durante 15 dias e faça uma pausa de 7 dias. pode ser usada a tintura de alfavaca para tratar micose de unha, uma gota embaixo da unha 2 vezes ao dia.

GENGIBRE

GENGIBRE Nome Científico: Zingiber officinale Roscoe Família botânica: Zingiberaceae Sinonímias: Amomum zingiber L., Zingiber aromaticum Noronha, Zingiber majus Rumph., Curcuma longifolia Wall.


Partes usadas: rizomas Uso popular: Tradicionalmente o gengibre é utilizado para tratar afecções intestinais, especialmente os problemas digestivos, com indicação nos casos de dispepsias e como carminativo nas cólicas flatulentas. Possui ação antimicrobiana local, combatendo a rouquidão e a inflamação da garganta, além de gripes, resfriados e sinusite. O gengibre é um dos melhores remédios para combater as náuseas (enjoos de viagem, enjoos produzidos pelo tratamento com quimioterapia, enjoos de gravidez, enjoos pós-operatório, etc.). É usado em casos de úlceras e diarreia. Tem ainda ação anti-inflamatória, anti-reumática, antiviral, antitussígena, anti-trombose, cardiotônica, colagogo, antialérgica e protetora do estômago. É amplamente usado na cozinha, em suas diferentes formas: gengibre fresco, gengibre caramelizado, gengibre em conserva em xarope de açúcar, gengibre curtido no vinagre, em pó e seco.

 Composição química:

Óleo essencial (0,5-3%): composto por monoterpenos: canfeno (8%), alfa-pineno (2,5%), cineol, citral, borneol, mirceno, limoneno, felandreno; composto por sesquiterpenos: A-anforfeno, B-cariofileno, B-elemeno, B-ilangeno, calemeneno, capaeno, ciclo-copacanfeno, ciclosafireno, cis-G-bisaboleno, selina-zonareno, germacraneno B, sesquifelandreno, trans-B-farneseno, zingibereno, bisaboleno; álcoois sesquiterpênicos: necrolidol, elemol, bisabolol, sesquisabineno, trans-B-sesquifelandrol, zingiberenol, B-eudesmol; Outros: hidrocarbonetos (undecano, hexadecano, dodecano, folueno, p-cimeno, etc.), álcoois alifáticos: (2-butanol, 2-heptanol, 2-nonanol), aldeídos alifáticos (butanal, 2-metil-butanal, 3-metil-butanal, pentanal), cetonas (acetona, 2-hexanona, 2-novanona, heptanona, criptona, carvatanacetona, metil-heptanona), aldeídos monoterpênicos (citronelal, mistenal, felandral, neral, geranial).

Compostos picantes presentes na fração resinosa (5-8%): gingerdióis e gingeróis: 6-8-10- gingerol (raiz fresca) e por dessecação: zingerona, zingibereno, 6-8-10- sogaol, fenilfalcanonas, gingerenonas A,C, isogingerenona B, gingerdiona e 1-dihidrogingerdiona. Outros: amido (60%), ácido fosfatídico, lecitina, proteínas, vitaminas e minerais.

Contra-indicações: Não usar na gravidez e lactação. Não usar gengibre fresco em casos de aftas. Não tomar gengibre se tem cálculos biliares. Não tomar gengibre se toma medicação anticoagulante, antidiabética e anti-hipertensão arterial.

ERVA DE SANTA MARIA

ERVA DE SANTA MARIA

 Nome Científico: Chenopodium ambrosioides L. Família botânica: Amaranthaceae (antiga Chenopodiaceae) Sinonímias: Ambrina ambrosioides (L.) Spach , Ambrina anthelmintica (L.) Spach, Ambrina chilensis Spach, Blitum ambrosioides (L.) Beck , Chenopodium ambrosioides var. anthelminticum (L.) A. Gray, Chenopodium ambrosioides var. dentata Fenzl , Chenopodium santamaria Vell., Orthosporum ambrosioides (L.) Kostel., Roubieva anthelmintica Hook (L.).& Arn., Teloxys ambrosioides (L.) WA Weber, etc.

 Nomes populares: 

mastrunço, mestruz, mastruz, lombrigueira, quenopódio, ambrosia-do-méxico, erva-das-cobras, erva-do-formigueiro,caacica etc. Obs.: No Norte do Brasil, um dos nomes populares dessa erva é mastruço ou mastruz, aqui no Sul, o nome mastruço refere-se a outra planta, a Coronopus didymus L.. Origem ou Habitat: América Central e do Sul. Características botânicas: planta herbácea, perene, ereta, muito ramificada na base, com até 1 m de altura, apresenta pubescência glandular. Folhas simples, numerosas, alternadas de cor verde escura, as inferiores geralmente ovoides e lanceoladas, pecíolo curto, verde claro, nervuras em forma de pena; as superiores são menores, lanceoladas e de margens inteiras. Flores pequenas, verdes, dispostas em espigas axilares densas, possuem cálice com 5 sépalos. Frutos muito pequenos do tipo aquênio, esféricos, pretos, ricos em óleo e muito numerosos, geralmente confundido com as sementes, que são lenticulares, brancas ou pretas. Toda a planta tem cheiro forte, característico.

 Partes usadas:
 folhas e frutos Uso popular: Muito utilizada como vermífugo , sendo também utilizada na expulsão de parasitas intestinais de outros animais. A infusão das folhas é usada, internamente, contra reumatismo, sinusite, catarro crônico, tosse, bronquite, febre, inflamação da gargante, dor ciática e parasitoses. A planta triturada é usada como anti-inflamatória e cicatrizante no tratamento de contusões e fraturas, por meio de compressas ou ataduras , como sabonete e shampoo para pediculose e sarna. Outro uso disseminado no Brasil é como inseticida doméstico, extremamente útil para afugentar pulgas, percevejos, baratas e demais insetos. Também utilizada como estomáquica e digestiva.

 Composição química:

a composição do óleo essencial pode variar com as condições climáticas , maturação da planta e método de extração. a substância Ascaridol (folhas até 9,2% de óleo essencial de ascaridol e frutos até 20% de óleo com 80 a 90 % de ascaridol) e outros monoterpenos (carenos, limoneno, isolimoneno, timol, P-cimeno, carvacol, cavona, safrol, P-cimol, cineol, aritasona, mirceno, A-pineno, A-terpineno, felandreno, quenopodina, histamina, glicol), alcaloides, ácido butírico, salicitado de metilo, saponinas, sesquiterpenos, triterpenos, lipídeos, flavonoides (campferol-7-ramino-sidio, ambosidio, quercetina), aminoácidos, ácidos orgânicos (cítrico, málico, vanílico, tartárico, oxálico e succínico), alcanfor, pectina, taninos, terpenos, carveno, anethole (ester fenótico) e santonina. Contém ainda proteínas, gorduras, carboidratos, fibras, cálcio, fósforo, ferro, caroteno, tiamina, riboflavina, niacina e ácido ascórbico.

(Referência) Ações farmacológicas:

 O efeito antiparasitário do ascaridol já foi amplamente demonstrado em estudos e este princípio ativo é muito tóxico para áscaris e ancilóstomas. Um estudo clínico efetuado com 60 crianças parasitados entre 3 e 14 anos demonstrou a utilidade da planta (metade recebeu albendazol e a outra metade o suco das folhas) considerando a atividade ascaricida similar ao albendazol. Já referente ao parasita Hymenolepis nana, a planta resultou mais efetiva.

 Estudos farmacológicos realizados sobre a planta em relação a sua ação antiulcerosa, antimalárica, hipotensora, relaxante muscular, depressora cardíaca,corroboram estas ações , quanto a atividade antifúngica e antibacteriana frente a Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus há controvérsias. Estudo em ratos mostrou não ter toxicidade em doses adequadas e mostrou alterações em altas doses

Interações medicamentosas:

não há relatos Efeitos adversos e/ou tóxicos: Planta abortiva. O óleo essencial em altas doses possui grande toxicidade, sobretudo em pessoas debilitadas, sendo os sintomas mais comuns: náuseas, vômitos, depressão do SNC, lesões hepáticas e renais (síndrome nefrítico reversível), surdez, transtornos visuais, convulsões, coma e insuficiência cardiorrespiratória. há relatos de indução de tumores (Di Stasi) Apesar disso, os ensaios clínicos com extratos elaborados com as partes aéreas não produziram efeitos tóxicos em humanos.

 Contra-indicações:

O seu uso é contra indicado para gestantes, lactantes e crianças de até 3 anos, pessoas debilitadas ou com doenças hepáticas, renais e auditivas. Posologia e modo de uso: Como anti-inflamatório local e cicatrizante, usar 3 colheres de sopa das folhas e sumidades floridas frescas picadas, amassar com um pilão, estender sobre um pano e aplicar no local afetado, 2 vezes por dia. Para tratar bicho geográfico e sarna , utilizar a mesma recomendação de preparo descrita acima e aplicar sobre o local afetado. para piolhos usar a infusão para enxaguar o cabelo ou incorporar a tintura em sabonete ou xampú. para gripes e resfriados usar uma colher de sobremesa em uma xícara de água , 2 xícaras ao dia por 10 dias. Obs.: Não usar internamente o óleo essencial.

CONFREI

CONFREI

 Nome Científico: Symphytum officinale L. Família botânica: Boraginaceae Sinonímias:

Não foram encontradas sinonímias para esta espécie.

 Nomes populares: confrei, comfrey, consólida, erva-encanadeira-de-osso, etc.

 Origem ou Habitat: Eurásia Características botânicas: Herbácea perene, medindo de 30-120 cm de altura, possuindo rizomas desenvolvidos e mucilaginosos de cor marrom escuro e raízes fusiformes fasciculadas. As folhas são simples, alternas, oblongo-lanceoladas, ásperas, as superiores são sésseis e de menor tamanho, todas com a superfície inferior apresentando nervuras bem salientes. Flores hermafroditas, diclamídeas, pentâmeras, pêndulas, de corola tubulosa amareladas, violáceas ou rosadas, agrupadas nos ramos terminais. O fruto é um tetraquênio de cor negro brilhante. Partes usadas:

folhas e raízes Uso popular:

 É indicado para diversas afecções, como anti-inflamatório e cicatrizante de feridas, úlceras varicosas, furúnculos e irritações da pele. É usado cataplasma das raízes para o tratamento caseiro de fraturas dos ossos, queimaduras e picadas de insetos. OBS.: a ingestão da planta deve ser evitada.

 Composição química:

 Contém mais de uma dúzia de alcalóides pirrolizidínicos (sinfitina, equimidina, elicopsamina, etc.) em concentração maior nas raízes. Outros: taninos, mucilagem, alantoína, carotenos, vitaminas do complexo B, minerais (Si, Ca, K, Fe, I), açúcares, saponinas esterólicas e triterpênicas, esteróis e triterpenos livres, ácido clorogênico, ácido cafeico, etc.

 Ações farmacológicas:

 Demonstrou atividades anti-inflamatórias, cicatrizante e na consolidação de fraturas ósseas. Existe um consenso sobre o emprego unicamente externo do confrei, devido à presença de alcalóides pirrolizidínicos.

 Efeitos adversos e/ou tóxicos:

Estão relacionados aos alcalóides pirrolozidínicos, os quais podem ocasionar a longo prazo, enfermidade veno-oclusiva hepática e induzir a degeneração do hepatócito, cirrose e câncer.

 Contra-indicações:

 A presença de alcalóides pirrolizidínicos contra indica o uso interno do confrei. Não se deve aplicar externamente sobre feridas abertas devido a absorção percutânea dos alcalóides.

 Posologia e modo de uso:

 Somente uso externo, sob a forma de cataplasma, pomada, compressa. Observações: A quantidade de alcalóides contidos em uma xícara de chá de folhas de confrei varia de 8,5 a 26 mg e das raízes a quantidade é bem mais elevada, o que pode provocar intoxicações graves, cujos sintomas só vão aparecer 3 a 4 anos mais tarde.

centela-asiática,

CENTELA Nome Científico: Centella asiatica (L.)
Urban. Família botânica: Apiaceae Sinonímias: Hydrocotyle asiatica L. 

 Nomes populares: centela, centela-da-ásia, centela-asiática, hidrocótila, bevuláqua, cairu-su, pé-de-cavalo, dinheiro-em-penca, pata de elefante, pata-de-cavalo, corcel, pata-de-mula, pata-de-burro, cairuçu-asiático, erva-de-tigre, codagem.

 Origem ou Habitat: nativa da Ásia Características botânicas: erva perene, rasteira, acaule, estolinífera, rizomatosa, com estolões de até 30 cm de comprimento e confundido com ramos, que formam sobre o solo um tapete semelhante a um gramado. Folhas simples, longo-pecioladas, surgidas diretamente dos nós dos rizomas, de 4-6cm de diâmetro. Flores pequenas, de cor esbranquiçada, reunidas em pequenas umbelas curto-pedunculadas que surgem na base da folha. Multiplica-se em nossas condições principalmente por rizomas e estolões.


 Partes usadas:

folhas Uso popular: Ativação da circulação sanguínea como coadjuvante no tratamento das doenças vasculares (insuficiência venosa), auxiliar na digestão estomacal e intestinal, anti depressiva. Uso externo como cicatrizante para eczemas, úlceras, pruridos e feridas pós-cirúrgicas, para eliminação da celulite, como estimulante cutâneo e da irrigação sanguínea, em úlceras venosas e para irritação vaginal.Prevenção de rugas e flacidez, para hemorróidas, úlceras cutâneas, queimaduras, erisipela e infecção cutânea, tosse e catarro amarelo, febres em infecções bacterianas.Indicada como complemento na massagem de cicatrizes fibrosas e hipertróficas.

 Composição química:

saponosídeo triterpênico (asiaticosídeo), saponinas, flavonóides, quercetina, aminoácidos, sais minerais, açúcares, ácidos graxos, ácidos triterpênicos (ácido indocentóico e ácido madecásico), resinas, taninos, óleo essencial (cineol, alcanfor, farnesol, felandreno, germacreno D, n-dodecano, α-pineno, p-cimol, β-cariofileno), β-caroteno , vitamina C (13,8mg/100g), fitosteróis, alcalóide (hidrocotilina).

 Ações farmacológicas:

Antiinflamatória, cicatrizante, depurativa, digestiva, tônica, lipolítica (anticelulítica), diurética, reconstituinte, expectorante, resolutiva, venotrópica (estimulante circulatória), febrífuga, antibacteriana, psicotrópica. Interações medicamentosas: Fenilbutazona e dexametasona interferem na velocidade de reparação em feridas experimentais em ratas. Doses altas podem interferir com terapias hipoglicemiantes ou aumentar a concentração de colesterol sérico.

 Efeitos adversos e/ou tóxicos:

 Em altas doses por via oral pode causar fotossensibilidade, sonolência, fraqueza, cefaléia, vertigem, gastrite, hipotensão arterial e estado narcótico leve a moderado. Em alguns pacientes observou-se elevação do colesterol total. A aplicação do pó sobre feridas dérmicas pode causar sensação ardente. Pode originar dermatite de contato.

 Contra-indicações:
Contra-indicada em crianças, em casos de epilepsia, hiperlipidemia e durante a gravidez. Não se recomenda seu uso oral por mais de seis semanas consecutivas, principalmente em casos de gastrite ou úlcera duodenal.

 Posologia e modo de uso:

 Uso interno – infusão de uma colher (sobremesa) de folhas secas moídas em uma xícara de chá de água, 2x/dia. Uso externo – 3 colheres (sopa) de folhas picadas em ½ litro de água, para aplicação local ou banhos de assento. Pasta feita com a planta recente ou o pó da planta sobre a região a tratar. OBS.: Existe confusão entre esta espécie e a Hydrocotyle bonariensis Lam.(acariçoba)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

chá de cravo para bronquite

Bronquite, alérgica ou asmática, pode ter seus sintomas reduzidos com um chá de cravo da Índia. Com este ingrediente simples, muitas vezes já encontrado nas cozinhas por seu poder aromático, podemos fazer um ótimo chá. Ferva a água e, acrescente os cravos da Índia. Deixe em repouso por quinze minutos, após isso, coe o chá. Posologia Beba uma xícara do chá de cravo três vezes ao dia.


 Cuidados A ingestão em excesso pode provocar irritação e queimaduras da mucosa estomacal.

Bronquite

Remédio caseiro para espinhas (acne)

As espinhas são pequenas erupções da pele, que aparecem em qualquer parte do corpo, mas é no rosto onde normalmente mais incomodam. São muito comuns na puberdade e quase sempre aparecem por desiquilíbrios hormonais próprios da idade. Pode fazer um remédio caseiro, muito eficaz no tratamento destas borbulhas e para tal coloque 50 gramas de feijão a demolhar em vinagre branco, até que a casca se comecem a desprender. De seguida, triture o feijão e junte um pouco de óleo de amêndoas doces, verificando que fique com uma consistência pastosa. Lave o rosto, seque muito bem e aplique a pasta sobre as espinhas, deixando agir durante 20 minutos. Lave novamente o rosto e repita o tratamento no dia seguinte.
Acne
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